Governo Trump enviou mais de 1 milhão de cheques de auxílio emergencial a pessoas mortas

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Governo Trump enviou mais de 1 milhão de cheques de auxílio emergencial a pessoas mortas


Donald Trump (Foto: REUTERS/Jonathan Ernst)

Porto Velho, RO - O governo dos Estados Unidos enviou mais de 1 milhão de cheques de auxílio governamental para pessoas mortas, no quadro da pandemia do coronavírus. Segundo uma agência que enviou o relatório com os erros para o Congresso, cerca de US$ 1,4 bilhões foram distribuídos pelo governo.

Os responsáveis pelo Tesouro disseram ter agido por precipitação, porque foram obrigados a injetar dinheiro o mais rápido possível em algumas semanas.

A administração de Donald Trump, presidente do país, está sendo acusada pelo Government Accountability Office do Legislativo por desperdício na distribuição dos auxílios. Foram enviados auxílios até a pessoas que não se encaixam nos critérios.

Na quarta-feira, 24, no Brasil, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou um relatório que aponta “desperdícios de recursos públicos” pelo governo de Jair Bolsonaro no combate à pandemia de coronavírus. O documento foi aprovado pelo plenário do tribunal.

O ministro Vital do Rêgo afirmou que a auditoria na atuação do comitê de crise, criado para supervisionar e coordenar a luta contra a pandemia, "não identificou a definição de diretrizes estratégicas capazes de estabelecer objetivos a serem perseguidos por todos os entes e atores envolvidos" e ainda que pode haver desperdício de dinheiro público.

Rêgo criticou a falta de integrantes “técnicos” da saúde no comitê do governo. "Os cargos-chave do Ministério da Saúde, de livre nomeação e exoneração, não vêm sendo ocupados por profissionais com essa formação específica”, ressaltou.

Desta forma, o TCU apontou que isto pode levar a decisões não fundamentadas cientificamente, resultando em "baixa efetividade das medidas adotadas de prevenção e combate à pandemia, desperdícios de recursos públicos e aumento de infecções e mortes”.

Ainda no Brasil, segundo dados do Ministério da Defesa, 53.459 militares receberam o auxílio indevidamente. Desses, 28.160 ainda não haviam feito a devolução até 12 de junho, o que representa 52,7% do total.

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